Na primeira semana de férias da escola da Vi, ela já começou participando de um Summer Camp sobre Gardening/Eco. Nesta semana, a segunda das férias, ela está fazendo Circus e RadKids. Este último ela ganhou de presente e e sobre defesa pessoal.
Hoje foi o último dia dos dois Summer Camps e teve apresentação de circo de manhã e Simulação de defesa pessoal.
Não foi possível filmar a simulação, mas tiramos uma foto com o "bad guy"
Fotos (later)
sexta-feira, 26 de junho de 2015
quinta-feira, 11 de junho de 2015
Uma aluna da Waldorf em uma escola pública dos EUA
Outro dia eu estava pensando em toda essa mudança que aconteceu em nossas vidas, especialmente na de Vivi.
Ela nunca havia mudado de escola antes, sempre estudou na mesma Waldorf e mudou pouquissimas vezes de professora.
Mas em pouco tempo muitas mudanças aconteceram e ela já teve que se despedir de duas professoras muito queridas. A professora da Waldorf, quando saímos do Brasil e agora foi a vez de se despedir da professora de classe americana (já que Vivi vai entrar no 3th grade) e da professora de inglês. Muitas lágrimas rolaram nestas três despedidas.
Mas o que queria ressaltar é a experiência de uma menina com educação básica de waldorf dentro de uma escola tradicional americana.
Duas coisas interessantes se destacam e foram percebidas na escola:
1 - o amor e o respeito pelos professores. Quando Vivian se despediu da professora de inglês ela fez questão de ser a última da fila de despedida para poder dar um abraço bem apertado nela. A professora sempre se despede de seus alunos com um "hi five" apenas. Esse carinho especial e essa forma de expressar é de fato, algo adquirido durante sua vivência na waldorf.
2 - A arte. As duas professoras de Vivian ficam encantadas com sua arte, principalmente seus desenhos. Quando Vivi faz um desenho em classe, os alunos comentam e juntam na mesa dela para apreciar.
Toda sexta-feira tem teste de spelling. É um teste oral, em que a professora dita uma palavra e os alunos têm que escrever corretamente. Vivian costuma fazer um desenho ao lado representando cada palavra. Até quando a palavra é um sentimento a Vivi desenha uma carinha com a expressão. Acredito que, além de ser quase uma mania para Vivian, desenhar em qualquer papel, isso também a ajuda a aprender ou memorizar vocabulário. E isso é com certeza, um traço da educação waldorf, que eu acho bem interessante.
Um trecho do email que sua professora me enviou mostra sua apreciação "And wow her artwork.... just wow!"
Ela nunca havia mudado de escola antes, sempre estudou na mesma Waldorf e mudou pouquissimas vezes de professora.
Mas em pouco tempo muitas mudanças aconteceram e ela já teve que se despedir de duas professoras muito queridas. A professora da Waldorf, quando saímos do Brasil e agora foi a vez de se despedir da professora de classe americana (já que Vivi vai entrar no 3th grade) e da professora de inglês. Muitas lágrimas rolaram nestas três despedidas.
Mas o que queria ressaltar é a experiência de uma menina com educação básica de waldorf dentro de uma escola tradicional americana.
Duas coisas interessantes se destacam e foram percebidas na escola:
1 - o amor e o respeito pelos professores. Quando Vivian se despediu da professora de inglês ela fez questão de ser a última da fila de despedida para poder dar um abraço bem apertado nela. A professora sempre se despede de seus alunos com um "hi five" apenas. Esse carinho especial e essa forma de expressar é de fato, algo adquirido durante sua vivência na waldorf.
2 - A arte. As duas professoras de Vivian ficam encantadas com sua arte, principalmente seus desenhos. Quando Vivi faz um desenho em classe, os alunos comentam e juntam na mesa dela para apreciar.
Toda sexta-feira tem teste de spelling. É um teste oral, em que a professora dita uma palavra e os alunos têm que escrever corretamente. Vivian costuma fazer um desenho ao lado representando cada palavra. Até quando a palavra é um sentimento a Vivi desenha uma carinha com a expressão. Acredito que, além de ser quase uma mania para Vivian, desenhar em qualquer papel, isso também a ajuda a aprender ou memorizar vocabulário. E isso é com certeza, um traço da educação waldorf, que eu acho bem interessante.
Um trecho do email que sua professora me enviou mostra sua apreciação "And wow her artwork.... just wow!"
quarta-feira, 10 de junho de 2015
Retornar para o país de origem ou não
Eu ando curiosa para saber se as pessoas de outros países, que vivem aqui na vila, querem voltar para casa ou prefeririam viver aqui, caso tivessem alguma oportunidade.
Tenho conversado com algumas mulheres e tenho aprendido muita coisa.
Uma vizinha Coreana, que está vivendo aqui na vila pela segunda vez (já morou por 4 ou 5 anos e agora voltou para morar por mais 1 ano - o ano sabático que a Coreia permite a cada 5 anos) diz que não gostaria de voltar para casa agora, ela gostaria de viver aqui mais alguns anos. O motivo é que ela tem 2 filhos, um com idade no ensino fundamental e outro no ensino médio e a educação na Coreia é extremamente rigorosa. Eles são muito competitivos. As crianças têm que estudar o dia inteiro, de manhã na escola regular e a tarde (até a noite) em um programa after school para aprender ainda mais. Ela não quer toda essa pressão para seus filhos.
Minha vizinha Chilena está louca para voltar para o Chile porque lá tudo é bom, não tem nada que a faça pensar em querer outro lugar. Os chilenos sentem orgulho de seu país.
Minha vizinha de Israel, mora em Jerusalém, aproximadamente 1 hora de distância da faixa de Gaza. Veio em casa tomar um café hoje. Conversando, cuidadosamente perguntei como está a situação por lá. A resposta que eu já esperava: it's complicated! Ela disse que no verão passado foi bem difícil, a guerra que durou pouco mais de um mês, deixou centenas de mortos. Bombas vinham do outro lado de Gaza e destruíam tudo. As bombas não atingiram a região onde ela mora, mas ela não se sente completamente segura, claro. Ela tem medo, porém, de certa forma, vive bem. Mas agora, ela está bem assustada porque, não bastassem as armas e bombas, estão usando um novo método - just to kill judish, foi a expressão que ela usou - estão usando faca! Então ela conta que você pode estar caminhando pelas ruas e ser esfaqueados, simples assim. Morre em média um por dia.
Tenho conversado com algumas mulheres e tenho aprendido muita coisa.
Uma vizinha Coreana, que está vivendo aqui na vila pela segunda vez (já morou por 4 ou 5 anos e agora voltou para morar por mais 1 ano - o ano sabático que a Coreia permite a cada 5 anos) diz que não gostaria de voltar para casa agora, ela gostaria de viver aqui mais alguns anos. O motivo é que ela tem 2 filhos, um com idade no ensino fundamental e outro no ensino médio e a educação na Coreia é extremamente rigorosa. Eles são muito competitivos. As crianças têm que estudar o dia inteiro, de manhã na escola regular e a tarde (até a noite) em um programa after school para aprender ainda mais. Ela não quer toda essa pressão para seus filhos.
Minha vizinha Chilena está louca para voltar para o Chile porque lá tudo é bom, não tem nada que a faça pensar em querer outro lugar. Os chilenos sentem orgulho de seu país.
Minha vizinha de Israel, mora em Jerusalém, aproximadamente 1 hora de distância da faixa de Gaza. Veio em casa tomar um café hoje. Conversando, cuidadosamente perguntei como está a situação por lá. A resposta que eu já esperava: it's complicated! Ela disse que no verão passado foi bem difícil, a guerra que durou pouco mais de um mês, deixou centenas de mortos. Bombas vinham do outro lado de Gaza e destruíam tudo. As bombas não atingiram a região onde ela mora, mas ela não se sente completamente segura, claro. Ela tem medo, porém, de certa forma, vive bem. Mas agora, ela está bem assustada porque, não bastassem as armas e bombas, estão usando um novo método - just to kill judish, foi a expressão que ela usou - estão usando faca! Então ela conta que você pode estar caminhando pelas ruas e ser esfaqueados, simples assim. Morre em média um por dia.
terça-feira, 12 de maio de 2015
Ajuda nas férias para English learners
A professora de inglês da escola da Vivian nos enviou um folder entitulado Summer Tips and Resources for English Learners.
Neste folder ela dá dicas de como a criança pode manter suas habilidades de escrita, fala e leitura em inglês durante as férias de verão.
Tem ótimas dicas desde sites de livrarias que fazem atividades nas férias, até as mais simples como programar uma hora de conversação em casa, que pode ser a hora do lanche, por exemplo.
Mas a mais interessante é a indicaçao de um site em que você pode testar seus conhecimentos em várias áreas, incluindo inglês, e a cada acerto, você indiretamente doa 10 gramas de arroz para pessoas com fome no mundo. O site é: www.freerice.com.
Neste folder ela dá dicas de como a criança pode manter suas habilidades de escrita, fala e leitura em inglês durante as férias de verão.
Tem ótimas dicas desde sites de livrarias que fazem atividades nas férias, até as mais simples como programar uma hora de conversação em casa, que pode ser a hora do lanche, por exemplo.
Mas a mais interessante é a indicaçao de um site em que você pode testar seus conhecimentos em várias áreas, incluindo inglês, e a cada acerto, você indiretamente doa 10 gramas de arroz para pessoas com fome no mundo. O site é: www.freerice.com.
Crianças no parquinho
As crianças pedem para ir ao "parquinho da senha" sozinhas.
O parque é praticamente dentro da village, mas precisa atravessar um portão que tem uma senha.
Eles acham isso o máximo, parece que estão sendo autorizados a passar para outro mundo.
Lá tem muitas crianças brincando no "after school program" da escola da Vivian. Tem também uma ou outra mãe que chega mais cedo para buscar o filho.
Antes de saírem peço para sentarem e assistirem ao vídeo em que o rapaz pede permissão às mães para fazer um teste com seus filhos. Neste teste ele chega perto da criança com um filhote de cachorro e depois de uma breve conversa a criança sai do parque de mãos dadas com o rapaz.
O vídeo alerta sobre o grande número de rapto de crianças no mundo.
As crianças entendem, ficam um pouco assustadas, mas explico de novo que não devem chegar perto de estranhos, mesmo aqueles estranhos que parecem conhecidos porque vêem sempre no parquinho.
Eles saem.
Fico nervosa.
Fico nervosa.
Tento relaxar usando a internet. Mas não páro de pensar neles.
Penso que acabaram de chegar lá e começaram a brincar agora.
Começo a escrever esse post. Fico pensando se não deveria ir lá para espiá-los de longe, como já fiz algumas vezes.
Mas não acho isso algo bonito de se fazer; ou seja, dou um pouco de liberdade e responsabilidade, mas não confio neles e fico espiando atrás da árvore... Que feio...
Estou ficando nervosa, o tempo está passando e eu aqui sentada confortavelmente no sofá da sala.
Surge outro pensamento, que sou uma mãe demasiadamente protetora e preciso parar com isso, senão eles não vão crescer nunca.
O mundo é extremamente perigoso... Alguém pode estar agora passando uma conversa neles. Ou no Christian e a Vivian não está vendo porque está envolvida em uma brincadeira com as amigas.
Surge outro pensamento, que sou uma mãe demasiadamente protetora e preciso parar com isso, senão eles não vão crescer nunca.
O mundo é extremamente perigoso... Alguém pode estar agora passando uma conversa neles. Ou no Christian e a Vivian não está vendo porque está envolvida em uma brincadeira com as amigas.
Começo a ficar desesperada. O Christian pode estar sendo levado por um adulto com cara de bonzinho.
Preciso acabar esse post, preciso sair correndo, afinal, são duas crianças sozinhas num parque dos EUA. Fui!
quinta-feira, 7 de maio de 2015
Safer sunscreen
Safer Sunscreen Picks
• Ava Anderson Non-Toxic Sunscreen Lotion, SPF 30+
• Badger Baby Sunscreen Cream, Chamomile & Calendula, SPF 30
• Badger Sport Sunscreen Cream, Unscented, SPF 35
• California Baby Everyday/Year-Round Sunscreen Stick, SPF 30+
• COOLA Suncare Sport Moisturizer Classic Sunscreen, Unscented, SPF 45
• Juice Beauty Oil-Free Moisturizer, SPF 30
• The Honest Company Sunscreen, SPF 30
• Suntegrity Skincare 5-in-1 Natural Moisturizing Face Sunscreen, Tinted
• Suntegrity Skincare Natural Mineral Sunscreen for Body, SPF 30
• Yes to Carrots Nourishing Daily Moisturizer, Fragrance Free, SPF 15
See the entire lists of safer beach and sport sunscreen and sunscreen with moisturizer at EWG's site.
Check out EWG's 2014 Guide to Sunscreens to see a complete list of the safest sunscreens (the lower the number rating, the better) and the most toxic sunscreens (the higher the rating, the more toxic).
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• Badger Sport Sunscreen Cream, Unscented, SPF 35
• California Baby Everyday/Year-Round Sunscreen Stick, SPF 30+
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• Juice Beauty Oil-Free Moisturizer, SPF 30
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• Yes to Carrots Nourishing Daily Moisturizer, Fragrance Free, SPF 15
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segunda-feira, 4 de maio de 2015
Noticia chocante! (para nao residentes de Berkeley, ou dos EUA)
Alert residents worked together Sunday afternoon to help catch four Oakland teens police say robbed an 18-year-old woman on Brookside Avenue in Berkeley’s Claremont neighborhood.
The dramatic incident occurred May 3 at around 12:30 p.m. and resulted in the arrest of four girls: three 16-year-olds and one 14-year-old, according to the Berkeley Police Department.
It began when a driver on Brookside witnessed a young woman being accosted by two teens on the corner of Brookside and Claremont avenues.
The 18-year-old was approached from behind by two people who grabbed her phone and started to open her backpack, said police spokeswoman Officer Jennifer Coats. The woman struggled over the phone with one of the robbers, then another of them struck her, Coats said. During the struggle, one of the teens grabbed a necklace from the woman, and another took her wallet from her backpack. The group fled to a waiting vehicle. One local woman wrote an account of the incident for a neighborhood email list and shared it with Berkeleyside: “The two suspects then jumped into a van as it headed down Brookside,” which dead-ends east of Claremont. “Another woman in a minivan who happened to be driving by and witnessed the scene, pulled onto the street. [The original witness] told her to stop in the middle of the street to block the exit. Thus, the van was now trapped at the end of the street.”
(Berkeleyside has omitted the names of the neighbors involved at their request.)
The woman who wrote the account said she called 911 “after hearing the poor … girl screaming outside.”
She said the people in the van were then idling in a neighbor’s driveway, “I guess trying to figure out what to do about their predicament.”
The neighbor’s account continues: “I was communicating with the 911 operator pleading her to get the police here now. The van then started barreling up the street. I thought it would run crashing into this woman’s minivan (she had two children in [the] back seat). Meanwhile the 911 operator is asking me if they have weapons. I got a little nervous and said I have no idea but they are heading up our street now and we are all standing there, so I hope not!”
The van with the teens inside stopped in front of the minivan, and four girls jumped out of the car, according to the email account. They did not appear to have weapons.
“I was still on the phone with 911, still waiting for the police as they walked/bolted past the five or six of us surrounding the street,” wrote the neighbor. “None of us stopped them… I told the police which direction the girls fled… They had dropped the … girl’s wallet and two nice men returned it to her while we were comforting her in front of our home. She was rather traumatized by the experience, needless to say.”
Once police arrived, the neighbor who had originally spotted the crime was taken out in a patrol car with tinted windows to try to identify the suspects. Other officers questioned witnesses.
The teens were apprehended nearby, at Claremont and Woolsey Street, said Coats, and arrested on suspicion of robbery. Their names will not be released due to privacy laws protecting minors. The woman suffered minor injuries and declined medical attention, and her property was recovered and returned.
According to the neighborhood email list account, the woman’s sister came to pick her up, and the minivan was eventually towed away.
The woman writing about the event said she had been shocked that such an incident could happen in the afternoon in broad daylight. “It was an incredibly brazen act — in the middle of a busy Sunday afternoon on a main street corner. Just crazy,” she wrote.
The local resident who shared her account on the email list and then with Berkeleyside concluded: “Be watchful of your surroundings. Be thankful for our wonderful neighborhood.”
The dramatic incident occurred May 3 at around 12:30 p.m. and resulted in the arrest of four girls: three 16-year-olds and one 14-year-old, according to the Berkeley Police Department.
It began when a driver on Brookside witnessed a young woman being accosted by two teens on the corner of Brookside and Claremont avenues.
The 18-year-old was approached from behind by two people who grabbed her phone and started to open her backpack, said police spokeswoman Officer Jennifer Coats. The woman struggled over the phone with one of the robbers, then another of them struck her, Coats said. During the struggle, one of the teens grabbed a necklace from the woman, and another took her wallet from her backpack. The group fled to a waiting vehicle. One local woman wrote an account of the incident for a neighborhood email list and shared it with Berkeleyside: “The two suspects then jumped into a van as it headed down Brookside,” which dead-ends east of Claremont. “Another woman in a minivan who happened to be driving by and witnessed the scene, pulled onto the street. [The original witness] told her to stop in the middle of the street to block the exit. Thus, the van was now trapped at the end of the street.”
(Berkeleyside has omitted the names of the neighbors involved at their request.)
The woman who wrote the account said she called 911 “after hearing the poor … girl screaming outside.”
She said the people in the van were then idling in a neighbor’s driveway, “I guess trying to figure out what to do about their predicament.”
The neighbor’s account continues: “I was communicating with the 911 operator pleading her to get the police here now. The van then started barreling up the street. I thought it would run crashing into this woman’s minivan (she had two children in [the] back seat). Meanwhile the 911 operator is asking me if they have weapons. I got a little nervous and said I have no idea but they are heading up our street now and we are all standing there, so I hope not!”
The van with the teens inside stopped in front of the minivan, and four girls jumped out of the car, according to the email account. They did not appear to have weapons.
“I was still on the phone with 911, still waiting for the police as they walked/bolted past the five or six of us surrounding the street,” wrote the neighbor. “None of us stopped them… I told the police which direction the girls fled… They had dropped the … girl’s wallet and two nice men returned it to her while we were comforting her in front of our home. She was rather traumatized by the experience, needless to say.”
Once police arrived, the neighbor who had originally spotted the crime was taken out in a patrol car with tinted windows to try to identify the suspects. Other officers questioned witnesses.
The teens were apprehended nearby, at Claremont and Woolsey Street, said Coats, and arrested on suspicion of robbery. Their names will not be released due to privacy laws protecting minors. The woman suffered minor injuries and declined medical attention, and her property was recovered and returned.
According to the neighborhood email list account, the woman’s sister came to pick her up, and the minivan was eventually towed away.
The woman writing about the event said she had been shocked that such an incident could happen in the afternoon in broad daylight. “It was an incredibly brazen act — in the middle of a busy Sunday afternoon on a main street corner. Just crazy,” she wrote.
The local resident who shared her account on the email list and then with Berkeleyside concluded: “Be watchful of your surroundings. Be thankful for our wonderful neighborhood.”
Terremotos?
" Yes. Most of California is at high earthquake risk, and the Bay area has more than its share of
active earthquake faults. The San Andreas fault, located less than 20 miles away across the Bay,
produced the great San Francisco earthquake of 1906 (a magnitude of 8.3), which destroyed the
city and caused great damage in surrounding areas. It also caused the Loma Prieta earthquake in
1989, which occurred during the World Series baseball championship and registered a magnitude
of 6.9. The Hayward fault, just a couple of miles east of the Village at the base of the Berkeley
Hills, has had two earthquakes in historic times with magnitudes of about 7, in 1836 and 1868.
These faults and others are capable of repeat performances at any time.
Seismologists assert that future large earthquakes are inevitable: It’s a question of when, not if."
Seismologists assert that future large earthquakes are inevitable: It’s a question of when, not if."
Muitas perguntas
O Christian tem perguntado frequentemente "essa história não acaba nunca?"
Que história, filho?
Essa história da gente.
Vivian, sensata, responde "Christian, se terminar, é porque a gente morre!"
As perguntas que mais ouço hoje em dia, em substituiçao aos habituais "porquês" são: como é casa em inglês? Como é flor em inglês? Como é soluço em inglês? E por aí vai. O dia inteiro. Sou um dicionário ambulante. Às veses com a ajuda do bing translator.
Que história, filho?
Essa história da gente.
Vivian, sensata, responde "Christian, se terminar, é porque a gente morre!"
As perguntas que mais ouço hoje em dia, em substituiçao aos habituais "porquês" são: como é casa em inglês? Como é flor em inglês? Como é soluço em inglês? E por aí vai. O dia inteiro. Sou um dicionário ambulante. Às veses com a ajuda do bing translator.
quinta-feira, 30 de abril de 2015
Nice to meet you, aluno waldorf
Quando passamos a semana na Disney de Anahein, decidimos deixar o carro no hotel e fazer o percurso ida e volta de onibus. Das outras vezes foi muito cansativo ter que pegar o trenzinho, procurar o carro no estacionamento e aidna ter que dirigir depois de andarmos o dia inteiro.
Foi uma otima opcao, pois conhecemos pessoas, passamos por situacoes diferentes e as criancas acharam que foi uma diversao a mais.
Numa dessas idas para a Disney, sentados no banco que ficava de frente para nos havia um casal e um menino muito comportado, com uma fantasia linda de fada (menino) artesao, como aqueles amigos da Tinker Bell. A fantasia era diferente de tudo que eu ja tinha visto, simples e original e fiquei o tempo todo apreciando o menino, que ficou calado enquanto seus pais passavam instrucoes sobre o que fazer em caso de se perder, etc.
De repente o menino olhou para a Vivian e perguntou seu nome. Vivian respondeu e ele disse em seguida "eu sou Josh, e esse e meu pai xyz e essa e minha mae xyz" Para um menino que parecia quieto demais ele desatou a falar, em ingles, claro, deixando seus pais um pouco sem jeito, nao deram um sorriso sequer - Eu achando tudo lindo. Vivian disse, como sempre "I Speak Portuguese" para que ele entendesse que ela nao respondia apenas por nao falar a lingua. Ele respondeu "I speak German" o Adrian disse que tambem falava alemao e o menino comecou a falar em alemao com o Adrian. Os pais do menino ficaram mais icomodados e constrangidos com o fato de ele ser tao falante e extrovertido. Perguntei aos pais se eles eram alemaes e eles disseram que ele fala um pouco de alemao por causa da escola. Perguntei se era Waldorf e ela respondeu sim. Comentei que nossas criancas tambem estudam em uma escola waldorf no Brasil e a mae, pela primeira vez abriu um sorriso e fez um ok!
O menino estava no primeiro ano da waldorf e ja sabia falar alguma coisa de alemao, isso significa que nos EUA as criancas ja tem aula de alemao no jardim.
Ficamos felizes de conhecer um menino americano que estuda numa escola Waldorf, e que tambem parece ser ja tao "bem resolvido" socialmente. Nesse rapido encontro nossa impressao foi de que o menino era extrovertido, nao se intimidou em falar outra lingua, pelo contrario, iniciou a conversa em lingua diferente, se interessou em conhecer outras pessoas, (apesar de sua mae varias vezes ter falado "ok, that's enough", do tipo, agora deixa essa familia em paz).
Foi uma otima opcao, pois conhecemos pessoas, passamos por situacoes diferentes e as criancas acharam que foi uma diversao a mais.
Numa dessas idas para a Disney, sentados no banco que ficava de frente para nos havia um casal e um menino muito comportado, com uma fantasia linda de fada (menino) artesao, como aqueles amigos da Tinker Bell. A fantasia era diferente de tudo que eu ja tinha visto, simples e original e fiquei o tempo todo apreciando o menino, que ficou calado enquanto seus pais passavam instrucoes sobre o que fazer em caso de se perder, etc.
De repente o menino olhou para a Vivian e perguntou seu nome. Vivian respondeu e ele disse em seguida "eu sou Josh, e esse e meu pai xyz e essa e minha mae xyz" Para um menino que parecia quieto demais ele desatou a falar, em ingles, claro, deixando seus pais um pouco sem jeito, nao deram um sorriso sequer - Eu achando tudo lindo. Vivian disse, como sempre "I Speak Portuguese" para que ele entendesse que ela nao respondia apenas por nao falar a lingua. Ele respondeu "I speak German" o Adrian disse que tambem falava alemao e o menino comecou a falar em alemao com o Adrian. Os pais do menino ficaram mais icomodados e constrangidos com o fato de ele ser tao falante e extrovertido. Perguntei aos pais se eles eram alemaes e eles disseram que ele fala um pouco de alemao por causa da escola. Perguntei se era Waldorf e ela respondeu sim. Comentei que nossas criancas tambem estudam em uma escola waldorf no Brasil e a mae, pela primeira vez abriu um sorriso e fez um ok!
O menino estava no primeiro ano da waldorf e ja sabia falar alguma coisa de alemao, isso significa que nos EUA as criancas ja tem aula de alemao no jardim.
Ficamos felizes de conhecer um menino americano que estuda numa escola Waldorf, e que tambem parece ser ja tao "bem resolvido" socialmente. Nesse rapido encontro nossa impressao foi de que o menino era extrovertido, nao se intimidou em falar outra lingua, pelo contrario, iniciou a conversa em lingua diferente, se interessou em conhecer outras pessoas, (apesar de sua mae varias vezes ter falado "ok, that's enough", do tipo, agora deixa essa familia em paz).
quarta-feira, 29 de abril de 2015
Ajuda às vítimas do terremoto no Nepal
Recebemos esse email da professora da escola da Vivian:
"Coins for Nepal
Bring your coins!
Ocean View students and families support earthquake disaster relief in Nepal.
Give your coin donations to either your classroom teacher or directly to the collection box in the office.
Last day for donations - May 22nd
100% of proceeds will be donated to INTERNATIONAL RELIEF TEAMS"
"Coins for Nepal
Bring your coins!
Ocean View students and families support earthquake disaster relief in Nepal.
Give your coin donations to either your classroom teacher or directly to the collection box in the office.
Last day for donations - May 22nd
100% of proceeds will be donated to INTERNATIONAL RELIEF TEAMS"
terça-feira, 28 de abril de 2015
Disney - encontro com os personagens
Desta vez conseguimos encontrar todos os personagens, ate o Pato Donald, mas para variar a fila para tirar foto com ele estava grande.
E adivinha quem resolveu fazer patetice com o Christian?


E adivinha quem resolveu fazer patetice com o Christian?


Disney - brinquedo preferido da familia toda
O brinquedo preferido de todos nos e o Big Thunder Mountain, uma montanha russa muito divertida. Fomos umas 20 vezes nesses 5 dias de parque.


segunda-feira, 27 de abril de 2015
Disney - Parade
Teve parade no meio do dia... melhor parte foi a familia incrivel. Fizeram um show!
E "Bugs just wanna have fun"
E "Bugs just wanna have fun"
Disney
Estamos morando a 6 horas de distancia da Disneyland. Na semana de Spring break da Vivian decidimos fazer a viagem de carro e achamos que foi muito tranquila. Passamos 5 dias entre os 2 parques e conhecemos quase todos as atracoes que nao tinhamos ido na outra vez.
A melhor atracao de todas e, sem duvida, a Radiator Spring Racers! E uma simulacao do passeio que o Mc Queem faz com a Sally, com direito a uma corrida de verdade no final. Emocionante! Sao 6 pessoas em cada carro. Aqui um video do comeco do passeio e outro do final, so para sentir um pouquinho a vibe do brinquedo. (somos todos nos gritando!)
A melhor atracao de todas e, sem duvida, a Radiator Spring Racers! E uma simulacao do passeio que o Mc Queem faz com a Sally, com direito a uma corrida de verdade no final. Emocionante! Sao 6 pessoas em cada carro. Aqui um video do comeco do passeio e outro do final, so para sentir um pouquinho a vibe do brinquedo. (somos todos nos gritando!)
sábado, 25 de abril de 2015
primeiro teste da Vivian
Quando viemos para cá e decidimos colocar as crianças em uma escola pública e não em uma escola Waldorf, sabíamos que muitas coisas na educação da Vivian, principalmente, mudariam.
A maior preocupação era que ela teria acesso a computador em sala de aula. De fato, ela tem, e alguma lição de casa também deve ser feita no computador, mas isso até agora não comprometeu seu passado waldorf... Para falar a verdade, ela não se interessa por computador! O que, a meu ver, é uma dádiva. Eu mesma, se pudesse, preferiria viver sem ele.
Entretanto, a mudança maior foi com relação a testes/provas. Vivian nunca tinha sequer ouvido falar sobre isso. Eu me esqueci de prepará-la para essa possibilidade, pois mergulhei no mundo waldorf e me esqueci que o resto do mundo escolar faz provas. A sorte é que não houve drama algum. Como ela nunca tinha sido avaliada em forma de teste em sua vida escolar, ela não tinha medo.
Vivian começou na escola numa quinta feira e os testes acontecem todas as sextas-feiras, portanto, no primeiro dia de aula, sua professora nos avisou que a classe faria um teste, mas que Vivian não deveria se preocupar pois ela não precisava fazê-lo. O que fizemos foi contar para a Vivian, de forma bem relax que a classe receberia um papel com atividades para fazer em sala e ela não precisaria fazer, porque era nova na classe.
Com o tempo, ela foi percebendo essa atividade às sextas feiras e começou a fazer, embora a professora sempre falasse que ela não precisava, pois ela só será realmente avaliada quando souber o inglês. Mas Vivian adora desafios e sempre fez a prova, sem saber que era uma prova. Geralmente, a prova é de spelling, ou seja, a professora dita algumas palavras e as crianças devem escrevê-las.
Na ultima sexta-feira Vivian comentou com a colega que estava feliz porque teria prova e amiga não acreditou "como assim, você gosta de prova." Rsrsrsrs
A última prova voltou para casa (como as demais) e demos umas gargalhadas... Eram 12 questões de spelling e Vivian não sabia 2 delas. Ao invés de deixar em branco, Vivian escreveu "I don't no, sory" nas questões. A professora corrigiu e escreveu "great job Vivian!" (afinal ela acertou 10) e "no apologies necessary :-)" E nós achamos muito legal o jeito como ela lidou com toda essa nova situação.
A maior preocupação era que ela teria acesso a computador em sala de aula. De fato, ela tem, e alguma lição de casa também deve ser feita no computador, mas isso até agora não comprometeu seu passado waldorf... Para falar a verdade, ela não se interessa por computador! O que, a meu ver, é uma dádiva. Eu mesma, se pudesse, preferiria viver sem ele.
Entretanto, a mudança maior foi com relação a testes/provas. Vivian nunca tinha sequer ouvido falar sobre isso. Eu me esqueci de prepará-la para essa possibilidade, pois mergulhei no mundo waldorf e me esqueci que o resto do mundo escolar faz provas. A sorte é que não houve drama algum. Como ela nunca tinha sido avaliada em forma de teste em sua vida escolar, ela não tinha medo.
Vivian começou na escola numa quinta feira e os testes acontecem todas as sextas-feiras, portanto, no primeiro dia de aula, sua professora nos avisou que a classe faria um teste, mas que Vivian não deveria se preocupar pois ela não precisava fazê-lo. O que fizemos foi contar para a Vivian, de forma bem relax que a classe receberia um papel com atividades para fazer em sala e ela não precisaria fazer, porque era nova na classe.
Com o tempo, ela foi percebendo essa atividade às sextas feiras e começou a fazer, embora a professora sempre falasse que ela não precisava, pois ela só será realmente avaliada quando souber o inglês. Mas Vivian adora desafios e sempre fez a prova, sem saber que era uma prova. Geralmente, a prova é de spelling, ou seja, a professora dita algumas palavras e as crianças devem escrevê-las.
Na ultima sexta-feira Vivian comentou com a colega que estava feliz porque teria prova e amiga não acreditou "como assim, você gosta de prova." Rsrsrsrs
A última prova voltou para casa (como as demais) e demos umas gargalhadas... Eram 12 questões de spelling e Vivian não sabia 2 delas. Ao invés de deixar em branco, Vivian escreveu "I don't no, sory" nas questões. A professora corrigiu e escreveu "great job Vivian!" (afinal ela acertou 10) e "no apologies necessary :-)" E nós achamos muito legal o jeito como ela lidou com toda essa nova situação.
sexta-feira, 24 de abril de 2015
Consumismo americano
Eu poderia falar sobre o conhecido consumismo exacerbado dos americanos ou dos estrangeiros quando chegam aqui. É fato que as coisas aqui nos EUA são muito mais baratas que em qualquer outro lugar e, por isso, acabamos comprando muito mais do que realmente precisamos. Esta história começou a me incomodar há algum tempo, quando fiquei mais consciente e preocupada com a quantidade de lixo que geramos. Sem falar das condições de trabalho dos chineses, vietnamitas, etc que fabricam grande parte dos produtos vendidos aqui.
Mas, pelo menos aqui na região da Bay Area - não sei nos outros estados - acontece algo que vai na direção contrária. Para começar, nem todos os produtos, por mais baratos que sejam, como os da loja Dollar Tree, são "made in China". Tanta é minha preocupação que chego a verificar alguns produtos antes de comprar e fico pasma. Como a Dollar Tree consegue vender tais produtos por apenas 1 dólar?
Jogo Americano:
Aqui ha muitas lojas de artigos usados. A maior delas nesta regiao e a Savers. Eles vendem tudo: livros, brinquedos, roupas, itens de cozinha, decoracao, sapatos, bolsas, malas, tapetes, moveis, etc. A loja recebe doacoes e quem doa ganha cupons de desconto para compras na loja.
Tudo e quase de graca. Tem produtos que nunca foram usados.
Aqui todas as pessoas, de todas as classes, frequentam essas lojas. No Brasil, muita gente teria vergonha so de passar em frente da loja!
Eu nao tenho esse problema, pelo contrario, prefiro comprar algo quase novo, que alguem comprou na loja e nao quer mais. E ainda vou cuidar bem do produto para doar novamente.
Veja alguns dos produtos:
cavalinho que simula cavalgada e relincha - 19,00
Maria tricoteira - 1,50
Oficina mecanica de brinquedo - 5,00
Berco de boneca - 3,00
Teclado eletronico - 16,00
Cestinha para bicicleta - 4,00
Livros infantis - 0,99 (qualquer livro, mesmo o livro brinquedo)
Na semana passada fomos a uma garage sale para conhecer. Eu sempre quis saber se era como em alguns filmes e sim, e igual! A ideia e fantastica!
Brinquedos sao sempre uma boa coisa para comprar nessas vendas de garagem, porque quase sempre estao novos e as criancas nao usam mais porque cresceram.
Mas desta vez nos compramos enfeites de Natal. Renas de madeira, papai Noel, etc. Coisas que eu dificilmente compraria na loja em epoca de Natal e para usar somente uma vez (tudo oque comprarmos aqui, devera ficar aqui, venderemos ou doaremos).
As vendas de garagem acontecem nos finais de semana e o que nao e vendido, geralmente e doado. As pessoas deixam os produtos na calcada ou na esquina com uma placa FREE e quem quer leva. Ja existem ate essas placas prontas para se vender nas lojas.
Outro dia, passeando de carro pelas ruas de Berkeley o Christian ficou enlouquecido com um cavalinho de madeira. Era sobra de garage sale e o trouxemos para casa.
Mas, pelo menos aqui na região da Bay Area - não sei nos outros estados - acontece algo que vai na direção contrária. Para começar, nem todos os produtos, por mais baratos que sejam, como os da loja Dollar Tree, são "made in China". Tanta é minha preocupação que chego a verificar alguns produtos antes de comprar e fico pasma. Como a Dollar Tree consegue vender tais produtos por apenas 1 dólar?
Jogo Americano:
Aqui ha muitas lojas de artigos usados. A maior delas nesta regiao e a Savers. Eles vendem tudo: livros, brinquedos, roupas, itens de cozinha, decoracao, sapatos, bolsas, malas, tapetes, moveis, etc. A loja recebe doacoes e quem doa ganha cupons de desconto para compras na loja.
Tudo e quase de graca. Tem produtos que nunca foram usados.
Aqui todas as pessoas, de todas as classes, frequentam essas lojas. No Brasil, muita gente teria vergonha so de passar em frente da loja!
Eu nao tenho esse problema, pelo contrario, prefiro comprar algo quase novo, que alguem comprou na loja e nao quer mais. E ainda vou cuidar bem do produto para doar novamente.
Veja alguns dos produtos:
cavalinho que simula cavalgada e relincha - 19,00
Maria tricoteira - 1,50
Oficina mecanica de brinquedo - 5,00
Berco de boneca - 3,00
Teclado eletronico - 16,00
Cestinha para bicicleta - 4,00
Livros infantis - 0,99 (qualquer livro, mesmo o livro brinquedo)
Na semana passada fomos a uma garage sale para conhecer. Eu sempre quis saber se era como em alguns filmes e sim, e igual! A ideia e fantastica!
Brinquedos sao sempre uma boa coisa para comprar nessas vendas de garagem, porque quase sempre estao novos e as criancas nao usam mais porque cresceram.
Mas desta vez nos compramos enfeites de Natal. Renas de madeira, papai Noel, etc. Coisas que eu dificilmente compraria na loja em epoca de Natal e para usar somente uma vez (tudo oque comprarmos aqui, devera ficar aqui, venderemos ou doaremos).
As vendas de garagem acontecem nos finais de semana e o que nao e vendido, geralmente e doado. As pessoas deixam os produtos na calcada ou na esquina com uma placa FREE e quem quer leva. Ja existem ate essas placas prontas para se vender nas lojas.
Outro dia, passeando de carro pelas ruas de Berkeley o Christian ficou enlouquecido com um cavalinho de madeira. Era sobra de garage sale e o trouxemos para casa.
terça-feira, 21 de abril de 2015
Nao sei o nome desse post
Desde que Vivian comecou na escola só tem trazido boas notícias, tem contado boas histórias, tem sido agraciada com pequenas coisas... Seu dia na escola é extremamente rico! Tem aula reforço de inglês, aula de dança, aula de leitura na biblioteca, aula de música, aprende linguagem de sinais, sem contar o contato que tem com inúmeras culturas, através de colegas que vêm de outros países.
Vivian já fez apresentação de danca, teve festa da meia (todos enfeitam suas meias e dançam no ginásio), participou de varias campanhas como: doações de livros, preservar o meio ambiente indo para a escola sem carro (walk/roll to school day), valorização de funcionários, oferencendo uma refeição a cada um deles (Let's appreciate our wonderful staff), foi garota propaganda de loja de fotos, ganhou cupom de desconto para conhecer restaurantes, etc.
E o melhor de tudo: Sem sair da escola, teve exames de vista e audição pagos pelo governo! Eu nao tive que agendar médicos, levá-la até a clínica e nem pagar nada. Nem mesmo tive que solicitar, eles fizeram porque é importante saber se a criança está em condições de aprender na escola, se está ouvindo bem e enxergando bem.
Vivian já fez apresentação de danca, teve festa da meia (todos enfeitam suas meias e dançam no ginásio), participou de varias campanhas como: doações de livros, preservar o meio ambiente indo para a escola sem carro (walk/roll to school day), valorização de funcionários, oferencendo uma refeição a cada um deles (Let's appreciate our wonderful staff), foi garota propaganda de loja de fotos, ganhou cupom de desconto para conhecer restaurantes, etc.
E o melhor de tudo: Sem sair da escola, teve exames de vista e audição pagos pelo governo! Eu nao tive que agendar médicos, levá-la até a clínica e nem pagar nada. Nem mesmo tive que solicitar, eles fizeram porque é importante saber se a criança está em condições de aprender na escola, se está ouvindo bem e enxergando bem.
Vivian VIP na escola
Todos os alunos da classe da Vivian têm direito a ser VIP por uma semana. Nestes dias, o aluno é especial, senta-se no sofá, é o primeiro da fila, etc. O objetivo é fazer com que as crianças conhecam melhor seus colegas, tenham um olhar mais próximo, e ainda, entendam que algumas vezes e necessário deixar de olhar para o seu umbigo e prestar atenção aos colegas com quem ele está convivendo, ser mais gentil, mais altruísta.
Ao final da semana ele é convidado a fazer uma apresentação pessoal. Tem direiro a levar fotos mostrando fases da vida e família, seus objetos mais especiais, como, medalhas, troféus, brinquedos, etc.
Vivian já teve seu momento VIP. Como não trouxemos muitas coisas de São Paulo, resolvemos com o pouco especial que tínhamos. Vivian decidiu levar, além das fotos de bebê, a boneca Sophia (que foi minha boneca), o Popota (hipopótamo de pelúcia que dorme com ela desde bebê), o painel de fotos que ganhou de recordação da escola waldorf, com foto de toda a turma e professora), um mapa (para mostrar onde, afinal de contas, fica o Brasil!), moedas de Real, Flauta e Teclado.
O papai foi ajudar a carrregar o teclado com o suporte + a boneca de manhã bem cedo. Vivian fez sua apresentação, tocou a música do coelho de páscoa na flauta e no teclado tocou " London Bridge is falling down" e .....(aquela música linda que não sei o nome). Seus objetos passaram por todos os colegas para que pudessem ver melhor e todos escreveram uma carta sobre sua apresentação, que se transformou em um belo livro de recordações da classe.
Aqui estao agumas cartinhas dos colegas com as (divertidas) impressoes sobre a apresentacao da Vivian.
"I don't believe you learned to play piano by yourself" (eu nao acredito que voce aprendeu a tocar piano sozinha)
" I really liked how you were so brave at the VIP" (eu realmente gostei que voce foi tao Valente na sua apresentacao de VIP)
" Also that I thought you were so so so so so good at the recorder (flauta)" (eu achei tambem que voce foi tao tao to tao boa na fauta)
" I also liked your money from Brasil. One question I have is where did you get Brasil Money. You are Beautiful." (eu gostei tambem do seu dinheiro do Brasil. Uma pergunta que eu tenho e onde vc conseguiu o dinheiro do Brasil. Voce e bonita)
Ao final da semana ele é convidado a fazer uma apresentação pessoal. Tem direiro a levar fotos mostrando fases da vida e família, seus objetos mais especiais, como, medalhas, troféus, brinquedos, etc.
Vivian já teve seu momento VIP. Como não trouxemos muitas coisas de São Paulo, resolvemos com o pouco especial que tínhamos. Vivian decidiu levar, além das fotos de bebê, a boneca Sophia (que foi minha boneca), o Popota (hipopótamo de pelúcia que dorme com ela desde bebê), o painel de fotos que ganhou de recordação da escola waldorf, com foto de toda a turma e professora), um mapa (para mostrar onde, afinal de contas, fica o Brasil!), moedas de Real, Flauta e Teclado.
O papai foi ajudar a carrregar o teclado com o suporte + a boneca de manhã bem cedo. Vivian fez sua apresentação, tocou a música do coelho de páscoa na flauta e no teclado tocou " London Bridge is falling down" e .....(aquela música linda que não sei o nome). Seus objetos passaram por todos os colegas para que pudessem ver melhor e todos escreveram uma carta sobre sua apresentação, que se transformou em um belo livro de recordações da classe.
Aqui estao agumas cartinhas dos colegas com as (divertidas) impressoes sobre a apresentacao da Vivian.
"I don't believe you learned to play piano by yourself" (eu nao acredito que voce aprendeu a tocar piano sozinha)
" I really liked how you were so brave at the VIP" (eu realmente gostei que voce foi tao Valente na sua apresentacao de VIP)
" Also that I thought you were so so so so so good at the recorder (flauta)" (eu achei tambem que voce foi tao tao to tao boa na fauta)
" I also liked your money from Brasil. One question I have is where did you get Brasil Money. You are Beautiful." (eu gostei tambem do seu dinheiro do Brasil. Uma pergunta que eu tenho e onde vc conseguiu o dinheiro do Brasil. Voce e bonita)
Essa ultima carta e da professora.
segunda-feira, 20 de abril de 2015
"friendly" Vivian
Após apenas duas semanas de escola em um novo país, Vivian já conseguiu não só fazer amizades, mas também ser querida pelos colegas - isso é o que mais me deixa orgulhosa, mais do que ela ir bem nos estudos, prefiro que ela seja bem resolvida no lado pessoal, sentimental.
Recebeu de um colega da classe um envelope bem fechado, que ele pediu para que só fosse aberto em casa. Dentro tinha uma linda mensagem:
Vivian tambem ja tem uma amiga-chicletinho, como ela mesma gosta de chamar suas melhores-amigas-para-sempre. E aquela que fica sempre junto, brinca de tudo e nao desgruda nem para ir ao banheiro... rsrsrs... a amiga nova e a Mary, uma menina chinesa, fofa, que tambem nao fala ingles.
Eu sempre achei estranho o fato de o nome da menina ser Mary e um dia, por engano, recebi um fomulario dela, no qual dizia: aluna - "Mary" Shing Ling Shong. (nome chines ficticio, claro).
Recebeu de um colega da classe um envelope bem fechado, que ele pediu para que só fosse aberto em casa. Dentro tinha uma linda mensagem:
Vivian tambem ja tem uma amiga-chicletinho, como ela mesma gosta de chamar suas melhores-amigas-para-sempre. E aquela que fica sempre junto, brinca de tudo e nao desgruda nem para ir ao banheiro... rsrsrs... a amiga nova e a Mary, uma menina chinesa, fofa, que tambem nao fala ingles.
Eu sempre achei estranho o fato de o nome da menina ser Mary e um dia, por engano, recebi um fomulario dela, no qual dizia: aluna - "Mary" Shing Ling Shong. (nome chines ficticio, claro).
Primeira reunião com a professora da V
Antes, uma observação, para quem tem acesso ao meu blog pessoal: quando eu resolvi escrever este blog, meu objetivo era fazer dele um diário de família digital, escrever sobre coisas que eu imagino serem importantes para serem guardadas e acessadas posteriormente, principalmente pelos meus filhos, quando estiverem maiores. Então, meu objetivo não era realmente o de mostrar para outras pessoas, ou de me exibir, ou me gabar de qualquer coisa. Tendo dito isso, o que vou escrever neste post - e outros que eventualmente vierem pela frente - mostra somente um momento importante para todos nós, de satisfação pessoal e que quero me lembrar no futuro.
Nossa primeira reunião com a professora da Vivian, teve também a presença da professora de inglês.A escola oferece um curso de inglês para estrangeiros que não falam a língua, como parte do programa curricular. Quando viemos para cá muitos nos perguntaram se colocaríamos nossos filhos numa waldorf daqui, mas nós sabíamos que as escolas públicas desta região estão bem mais preparadas para receber alunos estrangeiros e têm programas específicos para ajudarem as crianças nessa fase de adaptação até que consigam se coumunicar bem em inglês. Algumas escolas têm classes separadas só para estrangeiros, outras têm duas ou três professoras em sala, sendo que pelo menos uma das professoras fala outra língua, etc.
Desde o primeiro dia de aula da Vivian, tem um momento no dia dela em que seus colegas de classe tem uma aula de "reading" e a Vivi vai, junto com a amiga chinesa, para a sala da Ms Corby. Ela tem uma hora/aula de inglês todos os dias, exceto quarta. A professora é super simpática e atenciosa.
A Miss Cohen é a professora de classe da Vivian, uma jovem também simpática e sempre sorridente. Apesar de a Vivian ser nova na classe, ela quis ter essa primeira conversa mesmo cedo, já que a próxima reunião ocorrerá somente em outubro. A reunião teve 30minutos de duração e quem começou a falar foi a professora de inglês. Ela começou a mostrar o que a Vivian estava aprendendo em classe, como ela estava se saindo e sua avaliaçao. Para nossa grata surpresa Ms. corby só fez elogios à Vivian. Perguntou se ela só teve realmente 10 aulas particulares de inglês no Brasil além das aulas na waldorf e disse que está impressionada como ela está "doing great", após apenas duas semanas. Ela já tem bom vocabulário, ela aprende rápido, ela fala sem timidez (a maioria das crianças, naturalmente, ficam muito tímidas para falar uma frase em nova língua), participa de todas as atividades ativamente, está falando bem, com boa pronúncia o que aprendeu até agora, nos livros que a professora indica para ler e até já conseguiu fazer um bom teste hoje. Além disso, a professora também elogiou seu entusiasmo, sua atitude sempre positiva, etc. Nós concordamos com o que foi dito, e contamos que Vivian não teme desafios e que gosta de se sair bem na escola, ainda mais wuando a elogiam. Ela está muito empolgada com a nova aluna, e disse que imagina que Vivian terá um ano ótimo.
Nossa primeira reunião com a professora da Vivian, teve também a presença da professora de inglês.A escola oferece um curso de inglês para estrangeiros que não falam a língua, como parte do programa curricular. Quando viemos para cá muitos nos perguntaram se colocaríamos nossos filhos numa waldorf daqui, mas nós sabíamos que as escolas públicas desta região estão bem mais preparadas para receber alunos estrangeiros e têm programas específicos para ajudarem as crianças nessa fase de adaptação até que consigam se coumunicar bem em inglês. Algumas escolas têm classes separadas só para estrangeiros, outras têm duas ou três professoras em sala, sendo que pelo menos uma das professoras fala outra língua, etc.
Desde o primeiro dia de aula da Vivian, tem um momento no dia dela em que seus colegas de classe tem uma aula de "reading" e a Vivi vai, junto com a amiga chinesa, para a sala da Ms Corby. Ela tem uma hora/aula de inglês todos os dias, exceto quarta. A professora é super simpática e atenciosa.
A Miss Cohen é a professora de classe da Vivian, uma jovem também simpática e sempre sorridente. Apesar de a Vivian ser nova na classe, ela quis ter essa primeira conversa mesmo cedo, já que a próxima reunião ocorrerá somente em outubro. A reunião teve 30minutos de duração e quem começou a falar foi a professora de inglês. Ela começou a mostrar o que a Vivian estava aprendendo em classe, como ela estava se saindo e sua avaliaçao. Para nossa grata surpresa Ms. corby só fez elogios à Vivian. Perguntou se ela só teve realmente 10 aulas particulares de inglês no Brasil além das aulas na waldorf e disse que está impressionada como ela está "doing great", após apenas duas semanas. Ela já tem bom vocabulário, ela aprende rápido, ela fala sem timidez (a maioria das crianças, naturalmente, ficam muito tímidas para falar uma frase em nova língua), participa de todas as atividades ativamente, está falando bem, com boa pronúncia o que aprendeu até agora, nos livros que a professora indica para ler e até já conseguiu fazer um bom teste hoje. Além disso, a professora também elogiou seu entusiasmo, sua atitude sempre positiva, etc. Nós concordamos com o que foi dito, e contamos que Vivian não teme desafios e que gosta de se sair bem na escola, ainda mais wuando a elogiam. Ela está muito empolgada com a nova aluna, e disse que imagina que Vivian terá um ano ótimo.
Primeiro dia de escola do C
A sala de aula da escola do Christian é enorme. Tem aquário com peixes, tanques de areia com dinossauros, cozinha completa de brinquedo, cozinha de verdade, biblioteca e muito mais.
Do lado de fora tem bicicletas, triciclos, playground, jardim, horta e até uma tartaruga, a Sammy.
Do lado de fora tem bicicletas, triciclos, playground, jardim, horta e até uma tartaruga, a Sammy.
Aniversario do Christian
Logo na primeira semana que estávamos aqui, ainda hospedados no hotel, foi aniversário do Christian. Comemoramos no Tilden Park, em um local de piquenique em volta do grande carrossel. Não podíamos ter escolhido local melhor para comemorar em familia, pois os dois adoram carrossel e tiveram direito de dar várias voltas. O Chris adorou a surpresa.
Como o Christian nao queria de jeito algum fazer 4 anos, e sim 5 anos, resolvemos nao colocar a vela de aniversario com o ano, apenas um Happy birthday.
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